추천중입니다.
닫기 블로그로 보내기


설정된 블로그가 없습니다.

블로그 설정하기

슬라이드를 블로그에 보내는 중입니다.
II Domingo Comum
0
01230
2012.01.14 02:27:24
마가린 바르기bookmarkr.netmetagsWzd.com네이버에 북마크하기다음에 북마크하기HanRSS에 북마크하기이올린에 북마크하기Pumfit에 글 올리기News2.0에 투고하기del.icio.us에 북마크하기
TAG
URL Copy_btn
EMBED Copy_btn
작성자가 등록한 다른 큐
댓글을 작성하기 위해서는 먼저 로그인 하셔야 합니다.
현재 댓글의 수는 0 개 입니다.
Page 0: Page 1: Palavra do Senhor II Domingo Comum aquele tempo, estava João Baptista com dois dos seus discípulos e, vendo Jesus que passava, dis- Jo 1, 35-42 se: «Eis o Cordeiro de Deus». Os dois discípulos ouviram-no dizer aquelas palavras e seguiram Jesus. Entretanto, Jesus voltou-Se; e, ao ver que O seguiam, disse-lhes: «Que procurais?». Eles responderam: «Rabi – que quer dizer ‘Mestre’ – onde moras?». Disse-lhes Jesus: «Vinde ver». Eles foram ver onde morava e ficaram com Ele nesse dia. Era por volta das quatro horas da tarde. André, irmão de Simão Pedro, foi um dos que ouviram João e seguiram Jesus. Foi procurar primeiro seu irmão Simão e disse-lhe: «Encontrámos o Messias» – que quer dizer ‘Cristo’ –; e levou-o a Jesus. Fitando os olhos nele, Jesus disse-lhe: «Tu és Simão, filho de João. Chamar-te-ás Cefas» – que quer dizer ‘Pedro’. Semana da Unidade dos Cristãos Romper o silêncio, construir comunhão O mundo cristão celebra, de 18 a 25 de Janeiro, o Oitavário de Oração pela unidade dos Cristãos. As comunidades cristãs de Umlazi, na África do Sul, apresentam-nos uma proposta de reflexão, oração e intervenção social que aposta no rompimento do silêncio perante situações de sofrimento que somos tentados a esconder. Lançam dois grandes convites: a rezar pela unidade dos cristãos e a unir as forças e as vozes para dar resposta aos sofrimentos da humanidade. Desde 1908, a caminho.... Foi em 1908 que Paul Watson propôs a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos entre 18 e 25 de Janeiro, a abranger o período que vai entre as festas de S. Pedro e S. Paulo. De há uns anos a esta parte, é preparado um Guião Mundial para esta Semana, que resulta de um trabalho conjunto da Comissão “Fé e Constituição” do Conselho Mundial das Igrejas e do Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos. É já uma tradição pedir a uma Comunidade com perfil ecuménico a elaboração de um ante-projecto desta Guião. Neste ano de 2007, o tema foi preparado pelas comunidades cristãs da região e Umlazi, perto de Durban, na África do Sul. Os textos escritos a partir da experiência dolorosa de um povo têm a marca do seu sofrimento e, ao mesmo tempo, da sua esperança cristã. Meditando a Palavra Cristo: o ponto de encontro Deus chama-nos de muitas maneira e por caminhos diversos. Temos de estar atentos aos sinais e disponíveis aos apelos. Samuel ensina-nos a interpretar os sinais de Deus. Nem todas as vozes são mensagens. A vida está cheira de solicitações. Sinais de Deus? Às vezes são camuflagens dele. Deus fala e chama. Mas é preciso discernimento pessoal diante dos acontecimentos, das pessoas, das situações. Para que este discernimento de transforme em identificação de Deus temos de procurar apoios fora de nós, para evitar alucinações de fé. (1ª Leitura) Para identificar estas pistas de Deus é necessário lê-las com espírito de Deus: sinceridade, reta intenção, liberdade, desejo de encontrar mesmo a voz de Deus e não o eco da nossa. (2ª Leitura) “Encontramos o Messias” - Admiração é o primeiro sentimento que nasce em quem recebe uma alegre notícia. Alegria por ter encontrado a Cristo, por ter atingido a meta de uma longa caminhada. A alegria de João e André por terem encontrado a Cristo é maior ainda ao verem que era Ele, afinal, que os procurava. (Evangelho) “Mestre, onde moras? – Curiosidade permanente em procuras as pistas de Deus. “Vinde ver” – Deus responde sempre. Às vezes não é para dar uma solução, mas para propor uma nova etapa. Datas e iniciativas do Conselho Pastoral Paroquial: •Preparação da Memória de S. Sebastião, 11 a 19 de Janeiro. •Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, 18 a 25 de Janeiro. •Memória de S. Sebastião, 20 de Janeiro, às 19h00. •Primeiro dia de Festa de S.to Amaro, 15 de Janeiro; sairá a Procissão Intenções — 16 a 22 de Janeiro Segunda 19 horas •José Torres Viana / Rosa Fernandes / Paulo da Cruz Amorim N •Familiares de Manuel Arezes e esposa / José Martins Torres •Mª dos Anjos G. da Costa Azevedo •Manuel Alfredo Sousa Oliveira / Mª de Lurdes Gonçalves •Manuel Fernando G. Miranda / António G. Enes e esposa Terça 19 horas •Manuel Martins Cepa (Aniv.) / Mª Cecília Matias de Sá •Mª de Lurdes Martins Pereira / Alfredo A. de Amorim •Mª da Conceição Martins Gomes / António M. Torres •Domingos Rodrigues Nascimento e Alice Fernandes Ribeiro Quarta 19 horas •Amélia Gonçalves de Almeida (Aniv.) / Manuel G. da Costa •Manuel A. da Cruz Viana (Aniv.) / Mª Nazaré G. Pereira •Rosa Fernandes / Paulo da Cruz Amorim •Manuel Fernando G. Miranda / Manuel Alfredo Sousa Oliveira Quinta 19 horas •Mª Augusta Rites Eiras / António M. Torres / Padre Campos Lima •Manuel Gomes de Almeida / Carolina Martins e Domingos G. Pereira. •Mª Nazaré G. Pereira / Casimiro Rodrigues da Silva. Sexta 19 horas •Rosa Fernandes (30ºDia) / Mª Nazaré G. Pereira / José M. Torres •Mª de Lurdes Martins Pereira / Honra do Coração de Jesus •Alfredo A. de Amorim / Rosa Fernandes Torres / Aurora Torres Sábado 19 horas da igreja, pelas 10:00hs, em direção à Capela, aqui chegados, segue-se a Eucaristia com Proclamação da Palavra em honra de S.to Amaro. No final da Eucaristia, regressamos à igreja. Os dois domingos seguintes, dias 22 e 29, as Eucaristias serão também, na Capela; a Eucaristia (1º Domingo), será solenizada pela Banda de Música (CEFORM); no 2º Domingo, pelo Coral “Missas da Manhã” e o 3º Domingo, pelo Coral “Senhora da Guia”. •Reunião do Conselho Económico, 17 Janeiro, às 19h30. •Reunião dos Conselhos Pastorais Paroquiais, 21 de Janeiro, às 20h45 (Centro Paroquial de Esposende) CPM, inicia-se a 28 de Janeiro; os seguintes encontros 04, 11, 17, 18 e 24 de Fevereiro, das 21h00 às 23h00, no Centro Paroquial de Palmeira de Faro. Beatriz, Diana, Helena, Raquel , Renato e Tomás. Sáb. 20/01 Jovens Unidos de Belinho Coral “Missas da Manhã” •Feliciano Jorge Pires (Aniv.) / Nuno Lima da Silva (Aniv.) •António de Matos / Familiares de Mª Augusta M. P. Lima •Manuel Alfredo Sousa Oliveira / Manuel do Vale Sampaio •Rosa Alves Coutinho / António Martins Torres •Manuel G. de Almeida / Almas Mais Abandonadas •Manuel Fernando G. Miranda (Aniv.) Domingo 10 horas - Capela de Santo Amaro •Amélia Pires Poças, marido e filhos (Aniv.) / Adelaide Torres •Conversão dos Pecadores / Luciano M. Pereira e Mª dos Prazeres •Rosa Fernandes / Mª dos Anjos G. da Costa Azevedo •Mª da Cruz Faria / António M. Torres. Foram mandadas celebrar Missas: 5 por Manuel Alfredo Sousa Oliveira, m.c. pessoa amiga / 5 por Manuel do Vale Sampaio, m.c. Rosa Alves Miranda / 5 por Maria Olívia Miranda Sampaio e Manuel do Vale Sampaio, m.c. Manuel Cruzeiro e filhos / 6 por Margarida Coelho Silva, m.c. filha, Amélia e 1 m.c. pessoa amiga. Recuperação da Residência Paroquial: Total 45.890€ Obras Sª da Guia (douramento do altar): Total 2.390€ • 50€ de Fernando Coutinho e esposa Ofertas para as obras da Igreja: Total 23.305€ Senhora de Fátima: 10€ de Olívia Meira de Abreu. Acólitos Leitores Limpeza Dom. 21/01 Cândida Coutinho, Anabela Merrelho, Rosa Matos e Gorete Sá Page 2: Informações / Avisos A família e a crise Quando pensamos, com alguma objetividade, sobre os efeitos da atual crise sobre a família, somos impelidos a recuar no tempo à procura da sua origem. Esta crise tão avassaladora é fruto de quê? Nem sequer é difícil descobrir um conjunto muito grande de causas, muitas delas avisadas e refletidas, que constitui a sua fonte e consequente evolução até à presente situação. O Papa Beato João Paulo II lançou fortes avisos através da encíclica Centesimus Annus (1 de Maio de 1991). Acentuavase nessa altura duas tendências para as quais o Papa chama a atenção no n.º 36: “a exigência de qualidade” e “o fenómeno do consumismo”. Para a sociedade de então já não era suficiente “uma quantidade suficiente de bens, mas de responder a uma exigência de qualidade: qualidade das mercadorias a produzir e a consumir, qualidade dos serviços a ser utilizados, qualidade do ambiente e da vida em geral”. Alertava João Paulo II: “O pedido de uma existência qualitativamente mais satisfatória e mais rica é, em si mesmo, legítimo; mas devemos sublinhar as novas responsabilidades e os perigos conexos com esta fase histórica. No mundo onde surgem e se definem as novas necessidades, está sempre subjacente uma concepção mais ou menos adequada do homem e do seu verdadeiro bem: através das opções de produção e de consumo, manifesta-se uma determinada cultura, como concepção global da vida. É aqui que surge o fenómeno do consumismo”. Em face das novas necessidades de consumo, o Papa advertia ser “necessário deixar-se guiar por uma imagem integral do homem, que respeite todas as dimensões do seu ser e subordine as necessidades materiais e instintivas às interiores e espirituais. Caso contrário, explorando diretamente os seus instintos e prescindindo, de diversos modos, da sua realidade pessoal consciente e livre, podem-se criar hábitos de consumo e estilos de vida objetivamente ilícitos, e frequentemente prejudiciais à sua saúde física e espiritual”. Os Governos, também os de Portugal, incentivaram demasiado o consumo, com demasiadas facilidades de acesso ao crédito e, por consequência, muita boa gente, passou a viver muito acima das suas reais posses. O aviso de João Paulo não foi tido em atenção: “Não é mal desejar uma vida melhor, mas é errado o estilo de vida que se presume ser melhor, quando ela é orientada ao ter e não ao ser, e deseja ter mais não para ser mais, mas para consumir a existência no prazer, visto como fim em si próprio. É necessário, por isso, esforçar-se por construir estilos de vida, nos quais a busca do verdadeiro, do belo e do bom, e a comunhão com os outros homens, em ordem ao crescimento comum, sejam os elementos que determinam as opções do consumo, da poupança e do investimento”. (ANTÓNIO JESUS CUNHA) A força do Natal Um dos grandes convertidos ao catolicismo, do século XX, senão o maior, foi, por certo, o escritor e poeta francês Paul Claudel. Sempre senti por este escritor a maior simpatia e um atractivo muito peculiar e, se tivesse de escolher entre vários escritores, algum cuja leitura me desse prazer e proveito, certo e sabido que a minha preferência apontava na direcção de Paul Claudel. Aos 18 anos, diz Claudel, “eu vivia na imoralidade e quase me sentia mergulhado no desespero. A morte de meu avô, que eu acompanhava há longos meses, roído por um cancro no estômago, inspirava-me um profundo terror e o pensamento da morte não me dava paz. Esquecera completamente a religião e encontravame numa ignorância de selvagem”. Era esta a situação psíquica em que se encontrava Paul Claudel, jovem de 25 anos, em 25 de Dezembro de 1886 e que, nesta data, se dirigiu a Paris para seguir os mistérios e as cerimónias de Natal. “Apertado pela multidão”, diz Claudel, “encontrei- me a assistir, com imenso prazer, à missa da meia-noite. Os meninos do coro, em túnicas brancas e os alunos do seminário menor estavam a cantar o “Magnificat”. Eu estava de pé, no meio da multidão ao lado da segunda coluna da entrada do coro, à direita, do lado da sacristia. E foi então que se produziu o acontecimento que domina toda a minha vida. Num instante, o meu coração foi tocado e eu acreditei com tal adesão e tal exaltação de todo o meu ser, com uma convicção tão poderosa, com uma certeza que excluía toda a espécie de dúvida que, depois todos os livros, todos os raciocínios, todos os azares de uma vida agitada, não puderam abalar a minha fé nem sequer, a bem dizer, atingi-la”. “Mas, enfim, logo que voltei a minha casa, pelas ruas chuvosas que agora me pareciam estranhas, verifiquei que o edifício das minhas opiniões e dos meus conhecimentos permanecia de pé e eu não via nele nenhuma falha. Acontecera, apenas que eu saíra dele um ser novo com terríveis exigências para o jovem e artista que eu era, se revelaram em mim e eu não sabia conciliá-lo com nada do que me rodeava. Os jovens que abandonam tão facilmente a fé, não sabem o que custa recobrá-la. Mas, enfim, desde a noite desse memorável dia em Notre Dame, logo que voltei a minha casa, apanhei uma Bíblia com que uma amiga presenteara a minha irmã Emília. Cada palavra, cada linha, desmentia as imprudentes e heréticas afirmações do ímpio Renan, tirando-me as escamas dos olhos. Mas o grande livro que se me abria e no qual fiz os meus estudos foi a Igreja. Louvado seja por toda a eternidade esta grande e majestosa Mãe”. A trajectória espiritual de Claudel está resumidamente delineada neste pequeno artigo, acrescentando, apenas, este terminus cheio de beleza: “a segunda comunhão recebi-a, como a primeira, no dia de Natal de 1890, em Notre Dame de Paris. As músicas de Natal, a poesia de Natal, foram a alavanca que me catapultou ao cimo da beleza das comemorações natalícias”, diz Claudel. ALEXANDRINO BROCHADO EMAIL: paroquiadebelinho@gmail.com PÁGINA: http://sites.google.com/site/paroquiadebelinho2/home FACEBOOK: Paróquia de Belinho Toda a terra Vos adore, Senhor, e entoe hinos ao vosso nome, ó Altíssimo. 15 de Janeiro de 2012 Ano - V Ano Litúrgico B Nº 274 Atendimento do Pároco: Residência Paroquial - 4740-165 Belinho Ter.: 15:30 às 17:30 hs / Sáb:10:00 às 12:00 hs Telefone: 253 871 128 - Telemóvel: 966 310 616 Page 3: